Ray-Ban House chega a Nova York
🔎 Foco da notícia 🔎
- A marca de óculos abriu a Ray-Ban House na 62 Prince Street, em Nova York, que combina varejo com um restaurante de 50 lugares e pátio externo.
- Pasquale Cozzolino, fundador do aclamado Ribalta no Greenwich Village, foi escalado para comandar a cozinha da Ray-Ban House.
- Ao escolher o Soho — bairro símbolo de convergência entre moda, arte e gastronomia — a Ray-Ban House aposta em uma experiência que vai além da compra de óculos.

A Ray-Ban House chegou para mexer com o jogo do varejo de luxo. Instalada na esquina da Prince com a Lafayette Street, a casa de dois andares não é apenas mais uma loja da Ray-Ban — é um verdadeiro point gastronômico que coloca a fabricante de óculos na mesa de gigantes como Louis Vuitton e Ralph Lauren.
Com 50 lugares e um charmoso pátio externo, o espaço foi desenhado para ser muito mais que um ponto de venda. A ideia, segundo a marca, é fazer com que tanto os fãs de longa data quanto os moradores do badalado bairro nova-iorquino queiram ocupar o local — com ou sem intenção de comprar um novo par de Wayfarer.
Chef napolitano de peso assume a cozinha
Se alguém ainda duvidava do comprometimento da Ray-Ban com a proposta, a escolha do chef tratou de calar qualquer crítica. Pasquale Cozzolino, fundador do aclamado Ribalta, no Greenwich Village, e referência em pizza napolitana em NY, assina a curadoria culinária da casa.
A mensagem é clara: aqui, o restaurante não é figurante. É protagonista.
Sanduíches, raw bar e até matcha

O coração do cardápio da Ray-Ban House são os sanduíches feitos com pão de leite fofíssimo, combinando alma italiana com toques contemporâneos. Entre os destaques:
- Pastrami artesanal com aioli de mostarda e picles
- Soho club com frango assado e tomates frescos
- Presunto cru com burrata e pesto de manjericão
- Green vegan com creme de abacate e legumes da estação
Para elevar o tom, o menu também aposta em um raw bar de respeito: atum-azul com abacate, camarão vermelho com ricota e raspas de limão, e um tartare de carne com trufa negra e aioli de avelã.
Nas bebidas, a casa já oferece sucos prensados a frio e um bar de matcha, mas promete lançar em breve um programa completo de coquetéis — sinal de que quer ocupar todos os momentos do dia, do almoço de negócios ao happy hour.
Luxo experiencial
A Ray-Ban House não é um caso isolado. Ela escancara uma tendência cada vez mais forte no varejo de alto padrão: marcas que transformam suas lojas em destinos culturais e afetivos, onde a experiência vale tanto quanto o produto.

Ralph Lauren já faz isso há anos com seus Ralph’s Coffee. Louis Vuitton tem seu café no Selfridges. Agora, a Ray-Ban entra nesse clube com uma vantagem: conversa com um público jovem, urbano e sedento por novidades que vão além do luxo tradicional.
Soho como território, não só como ponto de venda
A escolha do Soho não poderia ser mais certeira. O bairro respira moda, arte, gastronomia e cultura na veia — exatamente o público que a Ray-Ban quer atrair.
Mais do que vender óculos, a marca quer ocupar um lugar na rotina e no imaginário de quem vive ou visita Nova York. E, pelo visto, começou com o pé direito — e com um bom sanduíche na mão.
Fotos: Divulgação
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