iFood entra em campo com estratégia integrada ‘iFood é do Brasil’ e ativações
Enquanto o país para diante da TV ou no celular para vibrar com a seleção, o iFood decidiu que não quer ser apenas um pedaço do intervalo comercial. A empresa acaba de apresentar sua ofensiva de marketing para um dos períodos de maior mobilização cultural do Brasil, batizada de “iFood é do Brasil. É tudo pra mim” — uma estratégia integrada que conecta consumo, cultura e geração de renda, mirando consumidores, parceiros e entregadores.
O movimento escancara um dado de comportamento: segundo a QualiBest, quase 30% dos brasileiros já pedem comida por app enquanto acompanham os jogos. Para o iFood, o futebol deixou de ser apenas pico de venda e virou plataforma de engajamento, frequência e relevância.
“É quando o país inteiro vibra junto. Queremos estar nesse território de paixão e orgulho, celebrando não só a seleção, mas os brasileiros que fazem o país acontecer todos os dias”, diz Ana Gabriela, VP de Marketing do iFood.
De olho no bolso e no coração da torcida

O período marca o maior investimento em marketing da história recente da marca — superando outros grandes momentos do calendário cultural brasileiro. E o time de patrocínios pesa: o iFood é patrocinador oficial da CBF e renovou como master da CazéTV para a Copa do Mundo de 2026.

No app, a ação que já viralizou entre colecionadores é o lançamento dos Canarinhos iFood, pelúcias inspiradas nos cinco títulos mundiais. Disponíveis de 18 de maio a 26 de junho (ou até acabarem os estoques), os bichinhos de pelúcia já somam mais de 258 mil cliques no ‘avise-me’ da página promocional. O esquema é por selos: a cada cinco selos acumulados, o consumidor resgata um canarinho-surpresa.
Figurinhas, recorde e food park
A parceria com a Panini também voltou com tudo. Em apenas sete dias, o iFood já vendeu mais de 563 mil pacotes de figurinhas e 7 mil álbuns — volume mais que o dobro de toda a ação de 2022. No dia 30 de maio, o Parque Ibirapuera, em São Paulo, receberá um grande encontro de troca de figurinhas, com direito a tentativa de quebrar o próprio recorde do Guinness (1.447 colecionadores em 2022).
A marca também estará em espaços como a Casa CazéTV e a GINGA, com assinatura dos food parks. E aí entra o iFood Ads, a vertical de retail media da empresa, que já conecta gigantes como Ambev, PepsiCo, Mondelez, Itaú e Unilever à jornada de compra do torcedor — unindo ativação física e live commerce dentro do app.
Jogo começa com os entregadores

Para a categoria de entregadores, o iFood lançou a campanha “O jogo começa na rua”, com distribuição de itens oficiais da CBF (bags, jaquetas, moletons), campanhas de ganhos extras e até presença no jogo de despedida da seleção. Pontos de apoio pelo país vão transmitir as partidas e promover engajamento.
Já os restaurantes terão campanhas estruturadas dentro e fora do app, com expectativa de envolver mais de 10 mil parceiros — especialmente em SP, Rio e BH. A Trilha Decola, plataforma educacional gratuita do iFood, oferecerá masterclasses com Rapha Silva para otimizar cardápios, operação e atendimento nos dias de pico.
Com a campanha ‘iFood é do Brasil’, o iFood escancara que não quer ser só delivery: quer ser o termômetro de um país que come, vibra, coleciona e vive junto. E o placar dessa estratégia integrada já começou a ser construído fora das quatro linhas.
Fotos: Divulgação