C6 Bank aposta na nostalgia e lança festival C6 no ROCK

O banco que já consolidou o C6 Fest no calendário cultural agora mira um público nostálgico e apaixonado por rock nacional

🔎 Foco da notícia 🔎

  • O C6 no ROCK reúne nomes como Blitz, Ira!, Legião Urbana (Dado e Bonfá), Marina Lima, Paralamas, Paulo Ricardo, Plebe Rude e Titãs, cada um apresentando seu disco mais representante da década.
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  • A curadoria de Hermano Vianna, Leonardo Lichote e Marcus Preto se divide em “Discoteca Básica” (álbuns completos com membros originais) e “Poetas do Som” (homenagens a artistas fundamentais).
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  • O evento acontece em 22 e 23 agosto de 2026 no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.

Passadas quatro décadas desde que o rock brasileiro sacudiu o país, o gênero volta a ser protagonista. Dessa vez, como tema de abertura de um novo evento musical idealizado pelo C6 Bank em parceria com a Dueto — mesma dupla por trás do bem-sucedido C6 Fest. Batizado de C6 no ROCK, o projeto nasce com a proposta de revisitar diferentes camadas da música brasileira, e a estreia não poderia ser mais emblemática: uma celebração do BRock, fenômeno que nos anos 1980 foi muito além das guitarras e atingiu a linguagem, o comportamento e o imaginário de toda uma geração.

“O C6 no ROCK nasce da experiência positiva que tivemos com o C6 Fest, que já se firmou como um dos festivais mais relevantes do calendário cultural do país. Agora, fazemos uma homenagem específica ao rock brasileiro, em um festival totalmente diferente e com identidade própria. Será um evento nostálgico, repleto de sons que continuam vivos na memória de muita gente e ainda despertam emoções.”, destaca Alexandra PainCMO do C6 Bank.

“O desejo do C6 Bank de celebrar o rock brasileiro dos anos 80 nos levou ao desafio de criar um projeto à altura da força desse momento único da nossa música. Esperamos que o C6 no ROCK se torne uma experiência inesquecível para o público e os artistas”, completa Monique Gardenberg, fundadora da Dueto.

Datas, local e atrações principais

O C6 no ROCK ocupará a área externa do Auditório Ibirapuera, na capital paulista, nos dias 22 e 23 de agosto de 2026 e os ingressos já estão à venda no site. O line up já tem peso de clássico: Blitz, Ira!, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá (Legião Urbana), Marina Lima, Os Paralamas do Sucesso, Paulo Ricardo, Plebe Rude e Titãs — todos convidados a interpretar ao vivo o álbum mais icônico de suas carreiras naquela década.

Além disso, o festival preparou duas homenagens de peso. Uma delas, comandada por Liminha, reúne um time de all-stars para mergulhar no repertório de Cazuza. A outra celebra Rita Lee, com um show regido por Beto Lee, filho da artista, e um time de cantoras de diferentes gerações — entre elas Alice Caymmi, Baby do Brasil, Fernanda Abreu, Letrux, Marina Sena e outras.

Curadoria em dois eixos

A curadoria do C6 no ROCK ficou a cargo de Hermano Vianna, Leonardo Lichote e Marcus Preto, que estruturaram a programação em duas frentes:

  • Discoteca Básica: apresentações integrais de discos icônicos dos anos 80, com membros das formações originais.
  • Poetas do Som: homenagens a artistas fundamentais do período, com shows concebidos especialmente para o festival.

A proposta é oferecer uma escuta centrada no conceito de álbum — formato central para a consolidação do rock brasileiro naquela época. Seis desses discos completam 40 anos em 2026, e o festival quer reviver não apenas os grandes sucessos, mas também camadas menos exploradas dessas obras.

Contexto histórico e conexão com o presente

Mais do que um fenômeno musical, o BRock acompanhou e traduziu as tensões da redemocratização do Brasil. Em meio ao fim da ditadura militar, uma nova geração de artistas usou o gênero para refletir inquietações sociais, questionar instituições e dialogar com o cotidiano urbano.

O C6 no ROCK também dialoga com a revalorização do repertório nacional e do formato vinil, criando uma ponte entre passado e presente. A experiência do público será ampliada com bate-papos e uma feira de vinis, reunindo cerca de 20 expositores com títulos raros.

Obra por obra: o que esperar de cada atração

  • Legião Urbana (Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá): apresentam o álbum Dois (1986), em um momento que marca os 30 anos da partida de Renato Russo e os 40 anos da gravação do disco. Clássicos como “Tempo Perdido”, “Eduardo e Mônica” e “Índios” estão no repertório.
  • Marina Lima: sobe ao palco com Fullgás (1984), com participações de Liminha e Lobão. Direção de Monique Gardenberg.
  • Titãs (Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto): recriam Cabeça Dinossauro (1986) na íntegra, com músicas exatamente como foram gravadas há 40 anos.
  • Os Paralamas do Sucesso: revisitam Selvagem? (1986), com “Alagados”, “A Novidade” e “Melô do Marinheiro”.
  • Blitz: Evandro Mesquita lidera As Aventuras da Blitz (1982), com o reencontro de Fernanda Abreu com a banda.
  • Paulo Ricardo: retoma Rádio Pirata Ao Vivo (1986), do RPM, com hits como “Louras Geladas” e “Olhar 43”.
  • Ira!: Nasi e Edgard Scandurra apresentam Vivendo e Não Aprendendo (1986), com “Envelheço na Cidade” e “Dias de Luta”.
  • Plebe Rude: Philippe Seabra e André X trazem O Concreto Já Rachou (1986), com “Até Quando Esperar” e “Proteção”.

Patrocínios de peso

Além do C6 Bank, a primeira edição conta com o patrocínio da MetLife e da Eisenbahn.

MetLife aposta no festival como parte de uma estratégia de conexão cultural, levando a marca para além do universo dos seguros.

Eisenbahn, cerveja do portfólio premium do Grupo HEINEKEN, será a cerveja oficial do evento, ampliando sua atuação no território da música por meio da plataforma Eisen Rock Station.

Fotos: Divulgação

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