Mercado Livre amplia aposta em brand experience com 3ª edição do Meli Music

O Meli Music funciona como plataforma de ativações, creators e marcas parceiras, gerando impacto direto em percepção de marca, engajamento e vendas

🔎 Foco da notícia 🔎

  • A 3ª edição do Meli Music será 100% sertaneja, com grandes nomes do gênero e foco em um estilo musical que atravessa gerações.
  •  
  • O Mercado Livre amplia seu festival proprietário em 2026, levando o evento para o gramado do Pacaembu.
  •  
  • O Meli Music deixa o formato experimental e passa a operar em grande porte, com público acima de 20 mil pessoas, seis horas de evento e estrutura ao ar livre.

O Mercado Livre quer ir além da tela. A marca anunciou a 3ª edição do Meli Music, seu festival proprietário, agora em versão ampliada, ao ar livre e com foco total em experiência. Em 2026, o evento acontece no gramado do Mercado Livre Arena Pacaembu, reforçando a estratégia de transformar o digital em algo físico — e memorável.

Durante coletiva realizada na Arena, em São Paulo, a companhia confirmou que o Meli Music 2026 será 100% sertanejo, com data marcada para 24 de maio, expectativa de mais de 20 mil pessoas, cerca de 6 horas de evento e ingressos já disponíveis.

No line-up, estão confirmadas Ana Castela, Lauana Prado e Hugo Henrique, além de uma atração surpresa que será anunciada em breve.

Segundo Ulises Gasparini, diretor geral da GTS — parceira do Mercado Livre no projeto —, a escolha do sertanejo não segue modismo, mas reflete escala cultural.

“É um gênero que atravessa gerações, regiões e se mistura com outros ritmos. Quando falamos de sertanejo, falamos de um movimento cultural”, afirmou.

Dados levantados pela empresa indicam que 73% dos brasileiros gostam do gênero e 83% acreditam que ele representa a cultura do País.

Do app para a vida real

O coração do Meli Music é a experiência. Para o Mercado Livre, o festival é uma resposta direta a um desafio clássico das marcas digitais: tornar tangível aquilo que nasce no aplicativo.

Na coletiva, Iuri Maia, diretor de Estratégia de Marca do Mercado Livre, reforçou que os principais ativos físicos da marca continuam sendo símbolos simples — e poderosos — como a caixa e a van.

“A caixa materializa a experiência. É o momento do unboxing, quando tudo o que a marca promete se cumpre”, destacou. Levar o festival para o campo segue a mesma lógica: criar presença real e conexão emocional fora do ambiente digital.

De projeto experimental a estratégia de marca

O Meli Music começou menor. Em 2025, teve duas edições no Mercado Pago Hall, com capacidade para 6.500 pessoas. A primeira focou no trap, com Matuê, Veigh e Budah; a segunda apostou no pop, com Luísa Sonza, Livinho e Carol Biazin. Ambas serviram como laboratório para entender formato, público e impacto — especialmente junto à Gen Z.

Os resultados vieram rápido. De acordo com dados apresentados:

  • +7 pontos percentuais em preferência de marca entre pessoas impactadas;
  • +9 pontos percentuais no público de 18 a 24 anos;
  • +13 pontos percentuais no atributo “marca que reforça minha individualidade”;
  • Impacto direto em vendas: +11 p.p. em moda e +21 p.p. em beleza.

Experiência como ecossistema

Mais do que shows, o Meli Music funciona como plataforma de ativações. Em edições anteriores, o festival reuniu marcas como L’Oréal, Mondelēz, Nestlé e Johnnie Walker, com experiências pensadas para gerar lembrança, interação e conteúdo.

E, como manda o jogo hoje, tudo é desenhado para voltar ao digital. O evento aposta em creators, espaços instagramáveis e ativações compartilháveis, ampliando o alcance muito além do estádio. “O físico e o digital se retroalimentam”, resumiu Iuri Maia.

O que o Meli Music 2026 sinaliza

Ao crescer de tamanho e apostar no sertanejo, o Mercado Livre deixa claro que o Meli Music deixa de ser apenas um evento e passa a se consolidar como produto de marca, com narrativa própria, dados, creators e presença física.

No fim das contas, a estratégia é clara: fazer a marca sair do app, ocupar a vida social e voltar para o feed. No Meli Music, a experiência começa no clique, acontece no gramado e continua em forma de conversa, conteúdo — e compra.

Foto: Divulgação

Este site utiliza cookies e tecnologias semelhantes para personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao navegar em nosso serviço você aceita tal monitoramento. Para mais informações leia nossa Política de Privacidade Política de Privacidade.