Afropunk amplia circuito em 2026 e reúne marcas em edições no Rio, Recife e Salvador

A programação começa em 15 de agosto, com a segunda edição no Rio de Janneiro, no Terreirão do Samba, na região central

🔎 Foco da notícia 🔎

  • Expansão nacional: o Afropunk terá edições no Rio de Janeiro, em 15 de agosto; em Recife, em 12 de setembro; e em Salvador, nos dias 7 e 8 de novembro.
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  • Banco do Brasil e Visa são patrocinadores master, acompanhados por marcas como Heineken, GOL, Coca-Cola, Red Bull, Salon Line e Salvador Shopping (na edição baiana).
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  • Em 2025, a plataforma reuniu 75 mil pessoas e movimentou mais de R$ 136 milhões.

A IDW Company amplia a atuação do Afropunk Brasil em 2026 com três eventos realizados no Rio de Janeiro, em Recife e em Salvador. A expansão é acompanhada por um ecossistema de patrocinadores e apoiadores que participará das diferentes etapas da plataforma.

Banco do Brasil e Visa renovaram a parceria como patrocinadores master do projeto, que reúne o Afropunk Experience no Rio, o inédito em Recife e a sexta edição em Salvador.

A Heineken também participa de toda a plataforma como patrocinadora, enquanto a GOL permanece como companhia aérea oficial. A Coca-Cola estará nas três etapas, como apoiadora das edições Experience e patrocinadora do festival na capital baiana.

A Red Bull também participa de todo o circuito. Salon Line e Salvador Shopping apoiam a edição baiana, enquanto a Prefeitura do Rio integra a edição carioca como apoiadora institucional.

Circuito passa por três capitais

A programação começa em 15 de agosto, com a segunda edição do Afropunk Experience Rio, no Terreirão do Samba, na região central da capital fluminense.

Em seguida, o evento chega pela primeira vez a Recife, em 12 de setembro, com uma edição realizada na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

O circuito termina em Salvador, onde o Parque de Exposições recebe a sexta edição do Afropunk Brasil nos dias 7 e 8 de novembro.

Realizado pela IDW Company, o projeto Experience integra a estratégia de circulação nacional da plataforma, com encontros dedicados à música, à cultura negra e à economia criativa.

Edição carioca reúne seis atrações

A programação do AfropunkExperience Rio começa às 18h e reúne artistas de diferentes gêneros e gerações.

Confira os horários:

  • 18h – Afrolai
  • 19h20 – Ciça
  • 20h40 – Slipmami
  • 22h10 – Rachel Reis
  • 23h40 – Psirico
  • 0h50 – Carlos do Complexo

Plataforma projeta crescimento de até 20%

Responsável pelo Afropunk no Brasil desde 2019, a IDW Company estima registrar em 2026 um crescimento entre 15% e 20% em público e impacto econômico na comparação com o ano anterior.

Segundo dados divulgados pela empresa, em 2025 a plataforma alcançou mais de 179 milhões de pessoas em ações digitais e presenciais, reuniu 75 mil participantes em seus eventos e movimentou mais de R$ 136 milhões na economia formal.

Ainda de acordo com a IDW, cerca de 65% do público presente na edição de Salvador veio de outras cidades. O festival recebeu visitantes de todos os estados brasileiros e de 36 países.

“O mercado ainda precisa fazer a leitura da população negra enquanto consumidora e enquanto potencial econômico que move a economia do Brasil. Não é um projeto de nicho. É um projeto feito para a maioria da população brasileira”, afirma Rose Sousa, diretora de Negócios da IDW Company.

Parcerias buscam gerar benefícios

A estratégia comercial da plataforma prioriza relações de longo prazo com empresas alinhadas aos valores do projeto. A proposta é que as ativações dos patrocinadores sejam integradas à experiência e ofereçam benefícios às comunidades atendidas pelo evento.

“Uma marca precisa ter abertura e respeito pela comunidade para a qual o evento serve. Existe uma preocupação para que as ativações criem algo memorável e gerem algum benefício para o público”, acrescenta Rose Sousa.

Liderada majoritariamente por mulheres, a IDW tem 80% de seu quadro formado por profissionais do gênero feminino. Mulheres negras ocupam 90% das posições de liderança da empresa.

Ao longo de sua trajetória, a companhia trouxe ao Brasil artistas como Tems, Victoria Monét, Erykah Badu e Jorja Smith, além de produzir o Club Renaissance, de Beyoncé.

A expansão do Afropunk também recebeu reconhecimento da revista internacional IQ Magazine, que apontou o projeto como a nova entrante mais bem-sucedida do mercado brasileiro.

Fotos: Divulgação

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