Rock in Rio faz espetáculo aéreo no Rio antes da abertura da venda geral
O Rock in Rio prepara uma grande ocupação do Rio de Janeiro por meio de um espetáculo aéreo nos dias 6 e 7 de junho, para marcar a contagem regressiva para a venda geral de ingressos da edição de 2026. A comercialização será aberta no dia 8 de junho, às 19h, no site oficial, após o festival registrar a maior pré-venda de sua história, esgotada em menos de duas horas.
A campanha leva a identidade do festival para diferentes pontos da cidade, com ações no céu, na orla e nas ruas. Em uma iniciativa coordenada, mais de 20 paramotores sobrevoam áreas emblemáticas do Rio de Janeiro, incluindo trechos das praias cariocas, criando imagens de grande impacto visual e transformando a cidade em palco para a celebração do evento.

A ação é acompanhada por aviões que sobrevoam a orla com a mensagem “EU VOU”, ampliando a presença da marca Rock in Rio em diferentes regiões da capital fluminense. A proposta é reforçar a conexão histórica do festival com o Rio de Janeiro e destacar as belezas naturais da cidade como parte da experiência.
Além do espetáculo aéreo, o festival também ocupa pontos icônicos da cidade com bandeiras “EU VOU” e guitarras gigantes instaladas em locais como Lagoa Rodrigo de Freitas, Arpoador e Aterro do Flamengo. As esculturas, com 1,9 metro de altura, foram criadas para estimular fotos, vídeos e conteúdos nas redes sociais.
O movimento acompanha a dimensão do impacto gerado pelo festival para a cidade. Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas para a edição de 2026, o Rock in Rio é o evento privado que mais impacta economicamente o Rio de Janeiro. A estimativa é que o festival movimente R$ 3,36 bilhões na economia e gere 33,9 mil postos de trabalho, sendo 22,8 mil diretos e 11,1 mil indiretos.
Ainda de acordo com o levantamento, a cada R$ 1 investido na realização do festival, outros R$ 6,59 são movimentados na economia do país. O impacto ultrapassa os limites da Cidade do Rock e envolve setores como turismo, hotelaria, alimentação, transporte, entretenimento, comércio e serviços.
A relevância econômica do festival vem crescendo ao longo dos anos. Em 2017, o impacto estimado era de R$ 2,65 bilhões. Para 2026, a projeção chega a R$ 3,36 bilhões. Na edição de 2024, a previsão inicial era de R$ 2,9 bilhões, mas o resultado final alcançou R$ 3,2 bilhões, superando as expectativas.
“Não à toa Gil posiciona o Rio no patamar que ele merece. O Rio de Janeiro tem vida, tem uma beleza plural, das praias, das montanhas, das pessoas, que extrapolam o significado de vida. Aqui transformamos oportunidades e traduzimos vontades em realizações. O Rio movimentou R$ 41 bilhões com indústria criativa no ano passado. A cidade recebe por ano 12 milhões de turistas, número muito semelhante ao que já recebemos nas edições do Rock in Rio até hoje. Trazemos turistas e impactamos a cidade economicamente de uma forma impressionante”, afirma Roberto Medina, empresário e presidente da Rock World.
Segundo Medina, a edição de 2026 tem estimativa de injetar mais de R$ 3 bilhões na economia. Ele destaca ainda que, em 2025, o turismo carioca movimentou R$ 27,2 bilhões, mesmo sem a realização do Rock in Rio, e que uma edição do festival representa cerca de 12% desse total. Em 2024, ano em que o evento aconteceu, o festival respondeu por aproximadamente 38% de toda a movimentação turística da cidade no período.
“O Rio de Janeiro e o público são os grandes headliners do Rock in Rio”, completa Medina.
O festival também se consolida como uma plataforma de comunicação, experiência e conexão emocional entre marcas e público. Para a edição de 2026, cerca de 70 marcas já estão associadas ao evento, em segmentos como automobilístico, beleza, moda, transporte aéreo, telefonia, alimentos e bebidas e seguros.
“Falar de experiência é falar de Rock in Rio, falar de conectividade, de aceleração da indústria e de potência, todos ingredientes que juntos fomentam o imaginário e aguçam o interesse do público de viver ao vivo esta magia”, diz Medina.
Com público estimado em 700 mil pessoas em 2026, o Rock in Rio deve movimentar diretamente toda a cadeia ligada ao turismo de experiência. A venda do Rock in Rio Card já registrou aumento de 20% no número de compradores de fora do Rio de Janeiro em relação à edição de 2024. Pessoas de outros estados representam 55% do público que adquiriu ingressos nesta modalidade.
Para ampliar a conexão entre público e cidade, o festival também desenvolve iniciativas de incentivo ao turismo local. Uma delas é a plataforma Viva o Rio com o Rock in Rio, criada em 2024 e que ganha novo capítulo em 2026. O projeto reúne parceiros como Visit Rio, HotéisRIO, ABIH-RJ, TurisRio, Itaú Unibanco e Editora Globo, oferecendo benefícios exclusivos para quem possui ingresso, incluindo descontos em hospedagem, atrações turísticas, restaurantes e experiências pela cidade.
Durante o espetáculo aéreo nos dias 6 e 7 de junho, os paramotores partem do Recreio dos Bandeirantes, às 15h, seguindo pela orla carioca em um trajeto que passa pela Praia da Reserva, Barra da Tijuca, São Conrado, Ipanema, Copacabana e Leme, antes de retornarem ao ponto de origem. O percurso terá duração aproximada de 1h30.
“Se a Cidade do Rock transborda cores e vibração em todos os seus espaços, agora vamos colorir ainda mais o céu. Vamos levar muita cor com as velas dos paramotores. Já recebíamos nossos fãs ao som da música tema do Rock in Rio. E ela estará lá, presente, mas com um componente a mais: um céu multicolorido e que vai certamente encantar quem chega”, afirma Roberto Medina.
A ação foi planejada de forma coordenada, com organização do espaço aéreo e alinhamento junto aos órgãos responsáveis pela circulação, permitindo a realização da atividade sem impactos à operação regular da cidade.
Além dos paramotores e aviões com faixas, carros com displays de LED e holografias circulam pela orla durante a noite, projetando frases e imagens do festival. Drones com bandeiras “EU VOU” também sobrevoarão pontos como Lagoa Rodrigo de Freitas e Arpoador, completando a presença do Rock in Rio nos principais cartões-postais da cidade.
Com a iniciativa, o festival reforça sua relação afetiva com o Rio de Janeiro e transforma a abertura da venda geral de ingressos em uma experiência coletiva, conectando música, cidade, turismo, marcas e público em uma grande celebração urbana.
Foto: Divulgação