Vivo faz ativação em SP e conversa sobre uso consciente da tecnologia

A ativação "É tempo de mudar seu tempo com o celular" ocupa o Shopping Cidade São Paulo com uma instalação imersiva que leva o público para dentro da metáfora do "afogamento" digital

Nos dias 13 e 14 de março, quem passar pela calçada do Shopping Cidade São Paulo, no coração da Av. Paulista, vai se deparar com uma experiência que vai além do ordinário. A Vivo, dando continuidade à sua plataforma “Tem tempo pra tudo”, apresenta uma instalação imersiva que convida os pedestres a sentirem na pele os efeitos da hiperconexão, em uma conversa sobre uso consciente da tecnologia.

Criada pela agência PROS, a ativação traduz o conceito “É tempo de mudar seu tempo com o celular” em um percurso sensorial. A ideia é materializar no mundo físico uma discussão que a marca promove desde 2018: o equilíbrio entre a tecnologia e a saúde mental.

“Queremos tirar essa conversa das telas e trazer para a realidade. A instalação convida as pessoas a vivenciarem, de forma prática, essa era de hiperconexão em que estamos inseridos”, explica Sabrina Romero, diretora de Marca e Comunicação da Vivo.

Dentro do filme

A experiência é inspirada no filme “Afogados”, da Africa Creative, que usa a água como metáfora para o excesso de informações. Do lado de fora, um enorme painel de LED com efeito 3D já dá o tom: um ambiente doméstico sendo inundado, com móveis submersos, cria um impacto visual que para os pedestres.

Ao entrar na estrutura, o visitante é convidado a um mergulho introspectivo. O primeiro ambiente é um turbilhão sensorial: paredes cobertas por notificações, pop-ups e sons que remetem à correria do dia a dia, como cobranças de trabalho e comparações familiares. É a representação do caos digital.

Em contraponto, os espaços seguintes desaceleram os sentidos. Estímulos mais sutis de cheiros, sons e texturas guiam o público a um estado de presença e atenção plena. O percurso termina em uma “zona de reflexão”, onde mensagens reforçam que o objetivo não é abolir o celular, mas sim resgatar o equilíbrio.

“O filme provoca e traz a sobrecarga à tona. Nosso experimento coloca as pessoas para dentro dessa narrativa, mas, principalmente, para dentro delas mesmas. É um convite urgente a um uso consciente da tecnologia.”, conclui Adriano Abdalla, CCO da PROS.

Foto: Divulgação

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