Smirnoff Ice envia caminhão de latas da edição limitada “Pé Frio” para a Argentina

Marca adesivou o veículo e fez um trajeto simbólico por São Paulo com destino para o país vizinhho

Acredite: não são só os 90 minutos. Tem torcedor que começa a se preparar dias antes. Repete camisa. Senta no mesmo lugar do sofá. Escolhe a dedo quem pode ou não assistir ao lado. E quando é Copa do Mundo? Aí a superstição vira parte da rotina.

Foi desse comportamento que a Smirnoff Ice resolveu tirar proveito.

A marca deu sequência à plataforma “Vai Com Gosto” e colocou o famoso “pé frio” no centro de uma ação com humor, rivalidade e muito contexto esportivo. O raciocínio é simples: se o azar existe, alguém precisa ficar com ele. E num ano de Copa, que esse “alguém” seja o adversário.

Para botar a ideia na rua, a Smirnoff Ice adesivou um caminhão com latas da edição especial “Pé Frio” e fez um trajeto simbólico por São Paulo com destino… Argentina. Sim, você leu certo. A intervenção urbana representa, na prática, o envio do azar para fora do país. Cada lata personalizada carrega a provocação e amarra produto e mensagem num mesmo objeto.

No filme da campanha, quem assume o papel de “pé frio” é Fábio Porchat. O humorista acompanha o envio das latinhas rumo aos rivais com a leveza e a graça que a ação pede. A escolha do ator ainda aproxima a marca das conversas de bar e das zoera entre amigos durante os jogos.

No digital, a estratégia também roda solta. Influenciadores de diferentes nacionalidades que vivem no Brasil receberam as latas “Pé Frio” de forma provocativa e descontraída. O resultado? Alcance ampliado, interação nas redes e uma ideia clara: a brincadeira não tem fronteira. Todo mundo pode entrar nesse jogo.

“A campanha nasceu de olho no comportamento real do torcedor brasileiro e na maneira como a superstição aparece no dia a dia. O desafio foi transformar esses hábitos em experiências que fazem sentido para o público — sem perder o espírito irreverente que a Smirnoff Ice carrega”, destacou Guilherme Martins, CMO da Diageo no Brasil.

No fim das contas, a lógica é velha e boa: superstição, sozinha, não decide jogo nenhum. Mas convenhamos… pro torcedor, uma ajudinha extra nunca é demais.

Foto: Divulgação

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