Méqui transforma Lolla em conteúdo digital ao vivo com assinatura da faro.ag
O Méqui elevou sua atuação no Lollapalooza Brasil 2026 e foi além do ponto de venda. A marca transformou sua presença no festival em um verdadeiro ecossistema de experiências, combinando ativação física, estratégia de conteúdo digital ao vivo e colaborações que conectaram música, moda e comportamento.
A campanha, assinada pela GALERIA.ag na criação, contou ainda com uma estratégia de conteúdo em tempo real desenvolvida pela agência, enquanto a faro.ag — eleita a melhor agência de live marketing do interior de SP no Prêmio Live 2023— ficou responsável por estruturar e executar a cobertura da marca durante os três dias de evento.

Mais do que registrar, a proposta foi capturar a essência do Lolla: momentos espontâneos de alegria, encontro e celebração coletiva. Para isso, a faro.ag mobilizou um time que incluiu os influenciadores Boca Rosa, Xamã e Blogueirinha, e construiu uma narrativa ágil e sensorial, alinhada ao comportamento do público.
A cobertura começou antes mesmo da abertura oficial dos portões. No dia 16 de março, a equipe acompanhou o pré-evento realizado na Working Title, que marcou o lançamento da colaboração com o Méqui e já deu o pontapé inicial nas conversas em torno da marca.
No dia 19, os registros seguiram para as grades dos hotéis onde os artistas estavam hospedados — um dos momentos tradicionais de aproximação entre fãs e ídolos que ajudam a aquecer o clima para o festival.
Já nos dias 20, 21 e 22, a produção se concentrou dentro do Autódromo de Interlagos, capturando a experiência do público do início ao fim de cada jornada.
Para traduzir a energia do festival em conteúdo, a faro.ag apostou em uma diversidade de linguagens de captação. Vídeos em POV (ponto de vista), gravações handheld com câmera na mão, cortes rápidos e edição ritmada ajudaram a reproduzir a sensação de imersão no evento. Takes espontâneos, a dinâmica da multidão e os chamados feel good moments — conceito associado ao universo McDonald’s — também pautaram a cobertura.
O olhar estético foi pensado para criar impacto e identidade visual. Recursos como lentes fisheye, câmera térmica, movimentos de panning, zoom dinâmico e efeitos como lens flare e film burn reforçaram a atmosfera solar e vibrante do festival. O resultado foi um conteúdo que não apenas documentou o evento, mas que nasceu pronto para circular e se amplificar no digital em tempo real.
“A cobertura em real time permitiu capturar a energia do festival exatamente quando ela aconteceu. No Lollapalooza, o público criou histórias, reações e conexões o tempo todo, e o nosso papel foi transformar esses momentos espontâneos em conteúdo relevante quase instantaneamente. No caso do Méqui, o diferencial esteve em acompanhar o ritmo do evento e traduzir essa experiência coletiva em narrativas que já nasceram prontas para circular e se amplificar no digital”, afirmou Laura Burttet, executiva de Contas da faro.ag.
Dentro do festival, a estratégia da marca acompanhou um novo momento do Méqui no território de música e entretenimento. O espaço físico, assinado pela TV1, foi transformado em um ponto de encontro entre os shows — um local pensado para que o público recarregue as energias, encontre amigos e também produza seu próprio conteúdo.
A iniciativa ganhou ainda mais camadas com a colaboração entre Méqui e Working Title, uma curadoria exclusiva de marcas de vestuário e acessórios que levou o universo da marca para o território da moda e da expressão cultural, com peças criadas especialmente para circular durante o festival.
Produção de conteúdo em tempo real como produto estratégico
A ação faz parte de um movimento mais amplo da faro.ag: estruturar a produção de conteúdo digital ao vivo em eventos como um produto estratégico da agência. Com quase duas décadas de experiência em grandes ativações de marca, a empresa transforma seu conhecimento sobre o comportamento do público e o ritmo desses ambientes em narrativas ágeis e relevantes — capazes de transportar para o digital a energia e os momentos que acontecem ao vivo.
“Depois de anos atuando em grandes eventos, percebemos que existe um conhecimento muito específico sobre o comportamento do público e sobre o timing dessas experiências. Estruturar a produção de conteúdo como um produto da faro.ag é justamente transformar essa bagagem em narrativas que acompanham o ritmo do evento e levam para o digital a energia e os momentos que acontecem ao vivo”, completou Laura Burttet.
Com a iniciativa, o Méqui reafirma sua presença no universo da música e do entretenimento, consolidando-se não apenas como uma marca presente nos festivais, mas como parte ativa da experiência e da memória afetiva do público.
Foto: Divulgação