Desafio Jota Racing lota arena em Balneário Camboriú

A primeira edição do Desafio Jota Racing transformou o Speedway Music Park em uma arena de entretenimento multissensorial

Balneário Camboriú foi palco de um acontecimento inédito no entretenimento brasileiro com a estreia do Desafio Jota Racing, evento que reuniu 5.342 pessoas, movimentou mais de R$ 5 milhões e apresentou ao público um novo modelo de experiência ao vivo. A primeira edição transformou o Speedway Music Park em uma arena multissensorial, combinando esporte, tecnologia, música e performance em uma única noite.

A programação foi marcada por uma mistura pouco convencional de atrações. Corridas envolvendo carros de diferentes categorias dividiram espaço com uma luta-exibição protagonizada por Acelino “Popó” Freitas, apresentações musicais, ativações tecnológicas e um espetáculo de drones sincronizados. O resultado superou as expectativas iniciais e entrou para a história ao lotar o espaço em uma sexta-feira, fora do calendário tradicional de grandes eventos.

Sucesso do Desafio Jota Racing

Idealizado por Jonathan Neves (JJ), o projeto demandou uma estrutura de grande porte. Aproximadamente 500 profissionais participaram da operação, que contou com investimento superior a R$ 5 milhões e uma logística considerada inédita no país.

“Prometemos muito e entregamos ainda mais. Só quando tudo saiu do papel e ganhou vida percebemos a dimensão real do que havíamos criado. Foi uma surpresa unânime, do público aos pilotos e artistas”, afirmou o organizador.

Na pista, o Desafio Jota Racing rompeu padrões ao promover confrontos improváveis. Veículos de categorias completamente diferentes dividiram espaço, como Nascar, TCR, Drift, Endurance, Porsche, Fórmula, entre outras, criando disputas inesperadas e altamente atrativas para o público presente.

Entre os momentos mais comentados, uma Lamborghini avaliada em cerca de R$ 7 milhões acelerou ao lado de carros clássicos do drift, enquanto modelos de Fórmula enfrentaram veículos de rally. Até um trator com mais de 1.200 cavalos entrou na pista, ampliando o caráter experimental do evento. A vitória ficou com Sílvio Morestoni, pilotando um Porsche GT3 RS, resultado que simbolizou a essência do projeto.

“Mostrou a diversidade do evento, superesportivos ganharam de carros de corridas profissionais, carros de Drift ganharam de superesportivos e até de carros profissionais como Fórmula e Rally. Para comemorar ainda tivemos a alegria de ver um campeão catarinense representando o estado dentre tantos pilotos nacionais e internacionais”, destacou JJ.

Outro diferencial foi a diversidade do público. Pensado para alcançar diferentes perfis, o evento atraiu famílias inteiras, com presença de crianças, jovens, adultos e idosos, além de espectadores sem vínculo prévio com o automobilismo.

Um dos pontos altos da noite foi o show de drones, que iluminou o céu da cidade ao som de uma trilha autoral composta pelo próprio Jonathan Neves. A apresentação aconteceu enquanto ele pilotava um carro de drift acompanhado por uma Porsche Cayenne camera car, utilizada em produções internacionais como Fast & Furious e Senna.

Além do impacto artístico e esportivo, o Desafio Jota Racing gerou efeitos econômicos expressivos. A iniciativa impulsionou setores como hotelaria, turismo, alimentação, serviços e logística, além de atrair visitantes de vários estados brasileiros e do exterior. “Recebi mensagens de pessoas que vieram de São Paulo, Bahia, Brasília e até dos Estados Unidos exclusivamente para viver essa experiência”, contou JJ.

Para Jonathan Neves, o projeto extrapola o conceito de evento automotivo tradicional. “Não é apenas uma corrida. É entretenimento, é cinema ao vivo, é uma experiência completa para toda a família. Criamos algo que ainda não tinha nome”, resume. Segundo ele, a estreia marca apenas o início de um plano maior, que inclui futuras edições em outros estados, possíveis realizações em estádios de futebol com capacidade para até 60 mil pessoas e expansão internacional, com foco nos Estados Unidos e Dubai.

“O Desafio Jota Racing não foi um ponto de chegada. Foi a largada”, finaliza.

Foto: Divulgação

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