SBP e CUFA levam ação ‘Juntos Contra o Mosquito’ à periferia de SP

Ação “Juntos Contra o Mosquito” promove prevenção, educação sanitária e mobilização comunitária em Brasilândia e Paraisópolis a partir de 17 de janeiro

Diante de um cenário crítico com mais de 800 mil casos prováveis de dengue em São Paulo, segundo o Ministério da Saúde, a iniciativa ‘Juntos Contra o Mosquito’ intensifica o combate à doença nas favelas da Brasilândia e Paraisópolis.

Realizada pela SBP, em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), a ação foca em educação sanitária e prevenção a partir de 17 de janeiro. O projeto prioriza áreas de alto risco e estenderá sua atuação nas comunidades até março.

A iniciativa busca ampliar o acesso à informação e fortalecer práticas preventivas dentro das comunidades. Sendo assim, o foco está na conscientização das famílias e na mobilização comunitária contínua.

Além disso, o projeto vai além de ações pontuais e propõe impacto social duradouro. Dessa forma, a SBP amplia sua presença em áreas vulneráveis. O objetivo é reduzir desigualdades no acesso à prevenção.

“A dengue é um problema de saúde pública que exige presença onde o risco é maior. Quando SBP atua dentro das favelas, atua também na redução das desigualdades de acesso à informação e à prevenção. O projeto ‘Juntos Contra o Mosquito’ nasce dessa convicção: transformar conhecimento em ação concreta, fortalecer o cuidado coletivo e contribuir para que as comunidades tenham mais ferramentas para se proteger hoje e no futuro”, afirma Leticia Pires, Head de Pest Control.

Atividades contra a dengue

As atividades acontecem aos sábados e domingos, das 10h às 17h, a partir de 17 de janeiro. Esse formato facilita a participação das famílias e aumenta o engajamento local. A operação é dividida em duas frentes complementares: Conscientização e Limpeza. Cada dia de ação conta com 20 promotores. Todos são moradores das próprias favelas atendidas.

Esses promotores atuam como protagonistas da transformação local e como embaixadores da prevenção. Eles realizam diálogos diretos com os moradores e distribuem materiais educativos. Além disso, esclarecem dúvidas de forma próxima e acessível. A abordagem respeita a cultura e a realidade do território. Isso fortalece a confiança da população nas ações.

“Ninguém está imune à dengue, mas todos podemos ser parte da solução. Sabemos que a doença pode evoluir para quadros graves. É essa urgência que nos move. Manter a guarda alta e levar a conscientização adiante é a única forma de garantir que o nosso esforço se converta, efetivamente, em vidas salvas,” diz Geovana Borges, Vice presidente da CUFA São Paulo.

Ação nas comunidades

Para ampliar a visibilidade da ação, a iniciativa utiliza um carro equipado com sistema de som. Dois atores caracterizados como um casal de mosquitos acompanham as equipes. Eles circulam pelas favelas durante os mutirões. A estratégia chama atenção para o combate ao Aedes aegypti. Também incentiva práticas preventivas no dia a dia.

Ao longo do período de realização, a expectativa é impactar cerca de 48 mil moradores. A proposta inclui informação qualificada e engajamento comunitário contínuo.

Neste ano, o projeto amplia seu pilar social. A SBP reforça o compromisso com a empregabilidade jovem. A iniciativa apoia talentos formados em audiovisual nos projetos da CUFA.

Jovens das próprias favelas participam da criação de conteúdos e do registro das ações. Essa atuação contribui para o desenvolvimento profissional desses talentos. Ao mesmo tempo, amplia a presença e a legitimidade da marca nos territórios. A comunicação passa a refletir a realidade local. Isso fortalece o vínculo com a comunidade.

Complementando essa frente, a SBP doa 540 mil unidades de Repelex Spray à CUFA. Os produtos incluem versões multi-inseticida e para insetos voadores. A distribuição ocorre em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Fotos: Divulgação

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