Holding Clube anuncia Casa Body Futebol Clube para a Copa do Mundo Feminina de 2027

Além da transmissão dos jogos da Copa Feminina, o espaço também contará com uma programação de talks, atividades e oficinas a serem anunciadas nos próximos meses

Às vésperas da próxima Copa, em um momento em que o futebol volta a ocupar o centro das atenções no Brasil, a Holding Clube colocou em pauta um tema que vem ganhando cada vez mais relevância no mercado: o futuro do futebol feminino. Durante nova edição do All In, encontro criado pelo grupo para apresentar seu calendário de projetos e discutir tendências do entretenimento, foi anunciada a Casa Body Futebol Clube, iniciativa que será realizada durante a Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil.

O projeto nasce como uma extensão do movimento B.O.D.Y. — Body Open Defines You —, plataforma voltada à autoaceitação e à celebração da liberdade feminina. A Casa Body Futebol Clube será um espaço de comunidade, presença e conexão em torno do protagonismo das mulheres no futebol. Além da transmissão dos jogos da Copa Feminina, o local contará com uma programação de talks, atividades e oficinas, que serão divulgadas nos próximos meses.

Tati Oliva, Fernanda Abujamra, Victor Oliva, Thiago Januzzi, Gal Barradas, Ju Ferraz, Priscila Pellegrini e Marcio Esher – Foto Nicollas Caligaro

“Eu posso dizer que esse projeto vai ser um dos mais emocionantes da minha vida. O B.O.D.Y. é a materialização de tudo que a gente sempre quis potencializar e agora, com o futebol feminino, podemos dar ainda mais palco para todas as mulheres e mostrar o quanto a força feminina importa para o nosso país e para o mundo”, destacou Ju Ferraz durante o anúncio.

A nova edição do All In também trouxe um olhar reflexivo sobre a história da modalidade no país, lembrando que o futebol foi proibido para mulheres no Brasil por mais de 40 anos. Em meio ao crescimento do interesse do público e das marcas pelo tema, o encontro discutiu o papel da mídia, dos clubes, dos atletas e dos patrocinadores na construção de um novo momento para o esporte.

Segundo a Pesquisa Futebol Feminino 2026, da Globo Ads Insights, a modalidade registrou em 2025 crescimento de 19% em audiência em relação ao ano anterior. Já a Deloitte aponta o futebol feminino entre as três modalidades que mais devem movimentar receitas no esporte feminino nos próximos anos.

Durante o evento, os convidados também conheceram a trajetória da Holding Clube nesse território. A agência Banco_, que integra o grupo, acumula quase 30 anos de atuação no futebol feminino, antes mesmo de o tema ganhar espaço na agenda do mercado.

Entre os painéis da programação, Gizele Costa, head de projetos da Holding Clube, recebeu Gal Barradas e Thiago Januzzi, da FIFA Women’s World Cup, além de Claudia Paola Martinez, diretora de marcas e licenças da Centauro, para o talk “O jogo mudou: futebol feminino, mídia, clubes e atletas na nova era do futebol feminino”. A conversa abordou o avanço da modalidade no mundo, com foco especial no cenário brasileiro.

“O público do futebol feminino nos estádios é diferente do masculino, são famílias. É um público mais amplo, mais democrático. E as pesquisas da FIFA mostram que a Copa Feminina é o terceiro evento que mais mobiliza audiência no mundo, empatada com a Eurocopa. A Copa do Brasil tem a capacidade de elevar esse patamar a um nível nunca visto”, afirmou Gal Barradas, da FIFA Women’s World Cup.

A programação também contou com o bate-papo “Futebol feminino em expansão: o papel das marcas na construção de um novo mercado”, que reuniu Lucca Amorim, gerente de marketing da Guaraná na Ambev; Bruno Teixeira, head de comunicação, propósito e marketing de pessoas da Fisia, distribuidora oficial da Nike no Brasil; Sabrina Romero, diretora de marca e comunicação da Vivo; e Jader Damazio, head de criação e planejamento da Holding Clube.

Mediado por Tati Oliva, fundadora da Cross Networking, o painel discutiu o impacto do patrocínio no desenvolvimento da modalidade e as oportunidades para marcas que desejam se conectar com o futebol feminino de forma consistente.

“O futebol feminino é um movimento, ele transforma, impacta e evolui. E isso é o sonho de qualquer marca, porque tem muito espaço para criar e construir a quatro mãos. Quando a gente entende a história do futebol feminino no Brasil, entende também quais são os gaps e as oportunidades que ainda existem”, comentou Lucca Amorim.

As próximas novidades sobre a Casa Body Futebol Clube serão anunciadas nos próximos meses nos canais oficiais do evento.

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