Moët & Chandon transforma GP da Bélgica em plataforma de celebração
A Moët & Chandon ampliou sua presença na Fórmula 1 durante o FORMULA 1 MOËT & CHANDON BELGIAN GRAND PRIX 2026, realizado no circuito de Spa-Francorchamps. Champagne Oficial do GP da Bélgica, a marca foi patrocinadora principal da etapa belga pelo segundo ano consecutivo.

A participação integra a parceria global de dez anos firmada entre a Fórmula 1 e o grupo LVMH. Para esta edição, a Maison desenvolveu experiências que conectaram automobilismo, hospitalidade, gastronomia e sua trajetória histórica no esporte.
No pódio, Kimi Antonelli, Charles Leclerc e Max Verstappen celebraram os resultados da corrida com a presença da marca, reforçando a proposta de reconhecer não apenas o desempenho dos pilotos, mas também o trabalho coletivo das equipes.
“Na Moët & Chandon, nosso papel é criar celebrações e experiências à altura dessa emoção, homenageando o desempenho e o trabalho em equipe por trás da vitória e tornando o momento compartilhado ainda mais inesquecível”, afirma Sibylle Scherer, presidente e CEO da Maison.
Conexão histórica com a marca
Presente no calendário da Fórmula 1 desde o primeiro Campeonato Mundial, em 1950, Spa-Francorchamps foi escolhido como cenário para revisitar a ligação histórica da Moët & Chandon com o automobilismo.
Essa relação remonta ao Grande Prêmio da França de 1950, realizado em Reims, na região de Champagne. Após a vitória de Juan Manuel Fangio, Frédéric Chandon de Briailles ofereceu ao piloto uma garrafa de champanhe.
O gesto espontâneo ajudou a construir um dos rituais mais conhecidos do esporte: a celebração dos vencedores no pódio com champanhe.
Troféu símbolo das temporadas de 1996 e 1997
Durante o GP da Bélgica, a Moët & Chandon apresentou uma homenagem contemporânea ao Troféu Jeroboam Prateado, símbolo utilizado pela marca na Fórmula 1 durante os anos 1990.
Nas temporadas de 1996 e 1997, uma Jeroboam prateada era erguida pelo vencedor de cada corrida. Ao final do campeonato, um troféu esculpido em prata era entregue ao piloto que acumulasse o maior número de vitórias.
A nova criação foi revelada no porta-malas de um Mercedes-Benz 600 Pullman pertencente à Maison desde 1971. O automóvel já foi utilizado para receber convidados como Alain Prost e Jean Todt na propriedade da companhia.
Com a ação, a marca conectou um elemento de seu acervo a uma nova expressão do ritual de vitória da Fórmula 1.
The Out Lap
Outra novidade foi a estreia do The Out Lap, experiência de hospitalidade desenvolvida pela Fórmula 1 e pela Moët Hennessy.
A bordo de uma mesa móvel, 12 convidados percorreram diferentes pontos de Spa-Francorchamps, passando por áreas como Raidillon, Eau Rouge, Pouhon e La Source.
Em cada parada, um ex-piloto compartilhou histórias e lembranças ligadas ao circuito, permitindo que o grupo conhecesse a pista sob a perspectiva de quem vivenciou suas curvas em uma competição.
A experiência integrou automobilismo, narrativa, vinhos e gastronomia em um formato criado especialmente para a etapa belga.
Menu criado por Yannick Alléno
O jantar teve menu assinado por Yannick Alléno, chef embaixador da Moët & Chandon, em colaboração com Benoît Gouez, chef de cave da Maison.
Entre as combinações apresentadas estavam uma royale quente com ovas de peixe, acompanhada pelo Brut Impérial; lagostim pochê com maionese, levístico e limão-negro, harmonizado com o Grand Vintage 2016; e wagyu, foie gras e enguia glaceada, servidos com o Grand Vintage Collection 1996.
“Foi um desafio criativo contar a história de Spa-Francorchamps por meio das cuvées da Maison e da gastronomia do chef Alléno, criando um diálogo entre a precisão do circuito e a arte do champanhe”, afirma Gouez.
Segundo Alléno, a Fórmula 1 e a gastronomia compartilham características como precisão, inovação, alta performance e trabalho em equipe.
Com as ativações, a Moët & Chandon transformou sua presença no Grande Prêmio da Bélgica em uma plataforma de experiência, conectando o ritual do pódio à história da marca, à hospitalidade e à alta gastronomia.
Foto: Divulgação