DB investe R$ 50 milhões e reabre loja da zona norte de Manaus como atacarejo
O Grupo DB reabriu na sexta-feira, 30 de outubro, a loja da rua Francisco Queiroz, na zona norte de Manaus, agora como atacarejo. Em Manaus, o antigo supermercado, aberto em 2006, virou uma unidade do Atacado e Varejo. Para isso, a rede investiu R$ 50 milhões, sendo R$ 20 milhões só em estoque.
A aposta num atacarejo em Manaus segue um caminho que o grupo já vinha testando em outras lojas da capital. Ou seja, o formato junta preço de atacado com a compra do dia a dia. Assim, atende tanto a família quanto o pequeno comerciante que abastece o próprio negócio.
O que muda no novo atacarejo em Manaus
A obra começou em abril e foi radical. Hoje, a unidade tem mais de 6 mil m² de área total, com expansão de cerca de 4 mil m². Além disso, ganhou açougue, padaria própria, mercearia e uma tambaqueria, como os amazonenses chamam a peixaria.
Também chama atenção a climatização de toda a loja, mantida em torno de 23 °C. Em Manaus, isso pesa na decisão de onde comprar. O estacionamento agora é coberto, com vagas para pessoas com deficiência e para pessoas com Transtorno do Espectro Autista.
Bairros na mira
A loja quer atrair moradores de uma área grande. Entre os bairros citados estão Manoa, Colônia Santo Antônio, Terra Nova, Novo Israel, Monte das Oliveiras, Santa Etelvina, Cidade Nova e Nova Cidade. Por isso, a rede fala em reduzir o deslocamento do consumidor para outras zonas da cidade.
“A região evoluiu muito desde 2006, e o DB também precisava acompanhar essa transformação”, diz Felipe Pedrosa, diretor comercial e de operações do grupo. Segundo ele, a ideia é que pequenos empreendedores encontrem ali condições para comprar melhor.
O movimento conversa com o que acontece no varejo de Manaus e do país. Enquanto o supermercado tradicional perde espaço, o atacarejo cresce com a promessa de preço. Mas, no caso do DB, o conforto da loja entra na conta como argumento de venda.