Ideias de estudantes que nunca saíram do papel ganham as ruas com Piraquê

Projeto “peças fantasmas” leva para 100 relógios de São Paulo trabalhos de alunos criados a partir de um briefing real da marca.

OOH
O projeto peças fantasmas da Piraquê leva para a rua trabalhos de estudantes. Normalmente, essas ideias ficariam só no portfólio. Agora, elas ocupam relógios de rua em São Paulo.

peças fantasmas Piraquê
Projeto Peças Fantasmas, de Piraquê, JCDecaux e Crispin pinHub. Fonte: Internet

A iniciativa reúne a Crispin pinHub, unidade de OOH da agência, a JCDecaux e a escola RedHook. Primeiro, os alunos receberam um briefing real da Piraquê, marca da M. Dias Branco.

O nome vem de uma prática conhecida no mercado. Afinal, “peças fantasmas” são ideias desenvolvidas que nunca chegam a ser veiculadas.

Depois, uma banca com representantes de Piraquê, JCDecaux e Crispin pinHub escolheu os trabalhos. Assim, as ideias deixam a sala de aula e disputam a atenção do público como qualquer campanha.

As peças aparecem em 100 relógios da JCDecaux, das 20h às 5h, no clima do Halloween. Além disso, o circuito fica perto de faculdades e bares, onde está o público mais jovem.

Por outro lado, o horário noturno combina com o tema. Também reforça a ligação da marca de biscoitos com um momento de consumo descontraído.

Da mesma forma, a iniciativa valoriza a escola e os parceiros de mídia. Ou seja, mostra na prática como uma ideia sai do briefing, passa pelo cliente e chega ao mobiliário urbano.

Portanto, o projeto de peças fantasmas dá à Piraquê uma vitrine noturna com linguagem jovem. Ao mesmo tempo, aproxima a mídia exterior de quem está começando na criação publicitária.

 

Este site utiliza cookies e tecnologias semelhantes para personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao navegar em nosso serviço você aceita tal monitoramento. Para mais informações leia nossa Política de Privacidade Política de Privacidade.